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1º Encontro Nacional de Motos de Brasília

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Memórias do Brasil

Descrição:

Brasília nunca teve um Encontro Nacional de Motos.

Todo mundo aqui de São Paulo, Rio, Santa Catarina.

Eduardo: Qual é a importância de se promover um encontro nacional de motociclistas em Brasília? Qual o pensamento de vocês?

Trazer todos os grupos de motociclistas pra Brasília, certo?

É fera demais, super curtição, tipo uma terapia.

Discute todo tipo de assunto. Principalmente sobre motocicleta, sobre a vida, sobre trabalho, sobre tudo que é liberdade, é muito bom.

Somos pessoas simples.

Pra mostrar que nós não somos aquilo que as pessoas pensam.

O que as pessoas pensam é que muita gente, que motoqueiros, principalmente os Kamikazes, a forma que eles andam, totalmente excêntricos, pensam que são drogados e não tem nada a ver. A maioria é muito geração saúde mesmo.

Solidariedade, carinho, amor…

Harmonia, amizade, camaradagem, tudo isso reunido em um só conjunto aqui em Brasília.

Eduardo: O que o pessoal mais procura em um stand como esse aqui?

O motociclista vem sempre ao encontro de motos a procura de acessórios que ele não encontra quase na cidade.

Cada grupo tem uma característica especial. O couro, por exemplo, é essencial no motoqueiro.

O colete, pra ele pregar o patch dele, que sempre tem alguma facção.

Bandana.

Anel.

A luva é essencial.

Pulseirinha de couro.

A bota.

Brinco de pressão.

É como se fosse uma festa de carnaval, só que nos encontros cada um se veste de acordo com aquilo que ele acha que é essencial pra ele.

Eduardo: Como é a vida de um motociclista?

Estrada, sol, vento na cara.

A estrada é algo que nos fascina. Quem tem combustível no sangue não tem como escapar dessa paixão. A liberdade da máquina representa uma sensação fantástica.

A sensação de liberdade, com essa crise no país, só a moto te dá isso.

E só nos dá paz. Nós queremos viver a fraternidade. A amizade é a coisa mais gostosa que carregamos pela estrada.

Agosto de 2001