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A cultura do hip hop com break, grafite, rap e DJ direto da Ceilândia

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Memórias do Brasil

Descrição:

Breaking é uma dança. Juntamente com o grafite, o rap e o DJ eles fazem a cultura hip hop. O hip hop é uma cultura que engloba todos esses elementos. Ela surgiu no Bronx, no início de 80 e veio pro Brasil em 84 mais ou menos.

O pessoal da periferia pegou bem essa cultura e a adotou como se fosse uma cultura brasileira mesmo. A maioria da população de Ceilândia curte hip hop. A juventude, a maioria curte hip hop, gosta do break, gosta do grafite, gosta do rap. Cada movimento tem uma técnica, tem uma história, tem um nome.
Dentro das minhas aulas eu sempre procuro passar certinho o movimento, o criador do movimento, o nome do movimento, a técnica certinha pra se executar o movimento, pra também não estar se machucando.

É uma cotoveleira pra proteger o braço, pra mandar os movimentos legais. A gente praticamente usa muito isso aqui. Joelheira, cotoveleira, capacete, touca, para que não possa se machucar.

A gente tem que estar sempre em movimento, sempre treinando, para que seu corpo possa se adaptar aos movimentos.

Vladson: Meu nome é Vladson Alves de Souza e tenho 22 anos. Tem 2 anos que eu estou aqui no Jovem de Expressão. É meu divertimento de cada dia aqui. Quando eu venho pra cá me sinto bem, me sinto mais calmo.

Qualquer pessoa pode executar, pode dançar. Basta que ela treine. É como se fosse um exercício de aeróbica mesmo. O pessoal vai pra academia fazer aeróbica, os b-boys vem pra cá dançar breaking. Já acaba que querendo ou não já estão queimando calorias, já estão ficando em forma.

Hoje, ele além de oferecer várias oportunidades de oficinas de graça, também tem excelentes profissionais colocando na cabeça opções certas e não duvidosas pro futuro.

Vladson: Conheci bastante pessoas novas, fiz bastante amizades. Então o espaço aqui é muito legal pra abrir bastante portas de amizades pra mim.

Eu danço desde 3 anos. Aí eu venho dançar com meu pai.

Eduardo Chauvet: Se você não estivesse aqui, você estaria fazendo o que?

Vladson: Ah, se eu não tivesse aqui, com certeza estaria em casa fazendo nada.

Eu gosto muito da galera aí do break que pratica com nós já faz tempo. Aprendo com eles um bocado.

Eu comecei a dançar em 1993. Já participei de alguns projetos sociais, dei aula em vários projetos. Trabalho aqui no Jovens de Expressão mas também tenho meu grupo de dança que é o DF Zulu Breakers e a Cia de Dança New Old School. Com esses grupos a gente trabalha no Brasil todo, em competições, espetáculos, mostras.

Hoje o DF é reconhecido nacionalmente e até mundialmente com seus dançarinos.

Dezembro de 2010