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A história do Zé Pífano direto da plataforma da rodoviária de Brasília

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Memórias do Brasil

Descrição:

Eduardo Chauvet: Nós do Programa Alternativo, passando aqui pela plataforma da rodoviária acabamos conhecendo o Zé do Pífano, não é isso?

Zé do Pífano: Zé do Pífano, é isso mesmo.

Eduardo: Aí ele passou tocando uma bela duma flauta e a curiosidade apareceu, a gente parou tudo e improvisou uma matéria aqui pra vocês. Mora em Brasília há quanto tempo?

Zé do Pífano: 10, 12 anos que eu tô por aqui.

Eduardo: Você veio de onde? Qual a sua cidade natal?

Zé do Pífano: Eu sou de São José do Egito, Pernambuco.

Eduardo: Você carrega um triângulo aí também. Você também toca triângulo?

Zé do Pífano: Eu carrego triângulo, os pífanos. Eu fabrico o meu instrumento e eu mesmo toco. Eu tanto toco como vendo. Eu faço de cano de PVC e faço de madeira.

Eduardo: Tem diferença de som do de madeira pro de plástico?

Zé do Pífano: Depende de tamanho, grossura. Porque quanto mais grande e grosso ele tem um som grave. Ele é todo afinadinho, ó.

Eduardo: Esse daqui você tem mais prática nele?

Zé do Pífano: Vou tocar uma música do rei do baião, Luiz Gonzaga.

Eduardo: Opa! Rei do baião, Luiz Gonzaga.

Zé do Pífano: Vamos lá. Eu tenho muitas músicas. Se fosse pra eu tocar ia tocar aqui até a noite sem parar, porque eu tenho muita música pra tocar, sem repetir, tá bom?

Eduardo: Tá ótimo. Muito obrigado.

Zé do Pífano: Obrigado a você.

Abril de 2004