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A inauguração da praça Eduardo e Mônica no Parque da Cidade em homenagem a Renato Russo

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Memórias do Brasil

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Dona Carminha, mãe de Renato Russo: Cada homenagem que é feita ao Renato Russo é uma alegria renovada porque são passos diferentes pra chegar até lá.

Renato Manfredini, pai de Renato Russo: A dor que a gente sentiu com a perda dele foi muito grande. De modo que o que ameniza essa dor, e vai ficar amenizada pro resto da vida, são essas manifestações de caráter permanente que vem de todo o Brasil. Ele sempre nos tinha dito desde o início da adolescência dele que ele ia ser famoso, ia liderar um grupo de rock, o mais importante do Brasil e que nós íamos ver isso.

Eu acho que todos os momentos que nós tivemos com ele foram felizes, menos o momento do desaparecimento dele.

Dado Villa-Lobos, guitarrista da Legião Urbana: Foi um momento muito especial, eu acho, na vida de todos que viveram aquilo e até hoje, não tem como negar isso em hipótese alguma. Qualquer momento da Legião Urbana foi um momento especial. Tá guardado dentro do coração. E é inesquecível e marcante.

Marcelo Amaral, Administrador do Lago Sul: Já inauguramos o ponto no Gilbertinho, onde tudo começou, onde as bandas de rock dos anos 80 se encontraram, toda aquela geração.

Eduardo Chauvet: Gilbertinho QI 11, né?

Marcelo: QI 11, Gilbertinho do Lago Sul, depois inauguramos a praça Renato Russo no Centro Comercial Gilberto Salomão, em frente ao Só Cana, onde foi a primeira apresentação do Renato Russo com o Aborto Elétrico. E agora, aqui no Parque da Cidade, a praça Eduardo e Mônica.

Fernando Artigas, produtor cultural: Esse memorial de convivência do Renato com a cidade mostra e prova como Brasília foi a grande musa inspiradora do artista. As pessoas vão sentir como Renato se inspirou.

Carmem Manfredini, irmã de Renato Russo: Eu acho que é muito importante pra Brasília e pros fãs, principalmente, que não puderam acompanhar o Renato, que nunca assistiram um show, que são muito novos hoje em dia, pra terem o espaço, pra terem lembranças do Renato.

Lismeire Rodrigues, estudante: É legal pra não morrer a memória. Uma pessoa importante, fez história, deixou uma mensagem legal.

Emerson Ferreira, professor: Essa é uma iniciativa muito boa e tem que continuar. Aqui tem que ser um palco agora de eventos e que incentive cada vez mais a música de Brasília.

Carmem: O Renato era uma pessoa muito especial, ainda mais por ser meu único irmão. Eu tenho um carinho muito grande por ele até hoje. Eu amava ele muito e eu tenho certeza que ele também me amava muito. Venham aqui pra tomar um sorvete, pra namorar que nem Eduardo e Mônica. Quem sabe um dia vocês não se casam, tenham gêmeos e, aqui no estacionamento 10, do lado do pedalinho…

Marcelo: E as pessoas que vão estar assistindo o seu programa com certeza vão vir aqui pro parque pra conhecer essa grande obra.

Novembro de 2001