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Afonso Brazza lança o filme Tortura Selvagem

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Para quem não me conhece, eu sou Afonso Brazza, conhecido em Brasília e também em parte do Brasil. Comecei minha carreira em São Paulo, em 1970. De 1970 a 1980 participei de muitos filmes em São Paulo. E toda essa experiência de trabalho em São Paulo eu trouxe para Brasília. E aqui, morando no Gama, no qual eu já produzi 7 filmes, o “Gringo não perdoa, mata”, “Inferno no Gama”, “No Eixo da Morte”.

“Minha última produção agora “Tortura Selvagem – A Grade” é um filme que eu estou esperando o maior sucesso. Tortura selvagem é um filme policial de muita ação e pancadaria. É o estilo de filme que atualmente Afonso Brazza vem fazendo. Aliás, é o tipo de filme que meu público está gostando no dia a dia, que seriam os filmes trash. Aqueles filmes que é um trabalho muito sério que eu faço e que se torna uma comédia.”

“O Afonso Brazza foi considerado um dos piores diretores do mundo. E hoje esse elogio que eu recebi de alguns amigos, de ser o pior diretor do mundo… hoje o Afonso Brazza está se transformando porque as pessoas de Brasília como Bernardo Scartezini, Liliane Roriz, Ricardo Noronha, Rodolfo e o Digão dos Raimundos, Paulinho Madrugada, jean Carlo, Bidu e outro mais…”

“É muito bom trabalhar com o Afonso porque ele nos ensina como se manejar na frente de uma câmera. Ele nos dá todo o apoio necessário e a gente procura desempenhar o máximo da gente.”

“É meu primeiro filme com o Afonso. É muito bom trabalhar com ele e recebi essa chance de ficar imortalizado nas telas do cinema.”

“Eu não recebi convite nenhum, eu que me convidei, né, Brazza? É uma experiência sensacional, uma experiência única. Ainda mais que eu sou o galã, né. Isso aí é um detalhe importante.”

“Eu acho que esse pessoal começou a acreditar no Afonso Brazza. Porque falar mal do Brazza todo mundo quer falar. Agora, ninguém quer fazer aquilo que o Brazza está praticando, quer fazer cinema, quer fazer cultura. Não importa se os meus filmes não prestam, o que interessa é que eu estou fazendo. Eu não sou aquele que vou fazer, eu estou fazendo. Quanto mais falam mal de mim, mais eu estou produzindo. E esse falar mal me dá amor, aquele prazer de fazer arte cinematográfica, o prazer de fazer cinema.”
Agosto de 2001