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Brasília Fest Rock 2000 com Natiruts

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Alexandre Carlo, Natiruts: O que há de mais importante nesse festival é justamente essa coisa da cidade viver esse momento cultural, todo mundo falando, todo mundo querendo ir pro show. Eu acho que isso é muito importante, além do fato de terem bandas novas tendo espaço para tocar e também esse ecletismo que está rolando. Tem banda de rock, tem a gente que é de reggae, tem banda de tudo que é estilo. Todo mundo junto fazendo a mesma coisa, tocando, fazendo música.

Eu conheço, acompanho a galera toda. Jah Live, Alma D´Jem. Essa galera tem tudo para poder ter o seu espaço nacionalmente. É só uma questão de tempo para eles despontarem também. E a gente fica feliz de estar participando desse movimento todo, não só do reggae, mas da música de Brasília que está efervescente, com várias bandas boas surgindo.

A gente está dando um gás agora no disco novo. Dizem que o Brasil só funciona depois do Carnaval, o Carnaval esse ano foi em março. Aí a gente agora está dando um gás e a turnê vai começar de fato. Em abril agora foi muito legal, a gente fez dez shows e agora em maio também a agenda já está cheia. Junho já tem várias propostas. A gente foi pra Miami agora, pra Nova Iorque também, tocamos lá para os brasileiros, mas tinha uma galera de lá também. Foi uma oportunidade legal pra gente divulgar, abrir umas portas no exterior. Está tudo certo. O caminho agora é só botar a bola no chão e ir em direção ao gol que é certo.

Quando a gente está em Brasília geralmente a gente gosta de ficar mais em casa porque a gente viaja para tocar então quando a gente chega, não dá muita vontade de sair não. Mas de vez em quando a gente toma uma cervejinha aí na 109 sul ou então no Dom Quichopp, ali na 110 sul é bom também. De vez em quando a gente vai tomar uma cervejinha ali, encontrar os amigos.

A gente sempre está jogando bola. A gente adora jogar futebol. A banda se conheceu dentro de um campo de futebol. Eu tocava com o Juninho. Aí eu estudava na UnB e o Luís e o Bruno também estudavam. A gente se conheceu lá nos campos. Foi dali que surgiu a primeira formação. Então o futebol está presente sempre. A gente sempre está jogando, vendo os amigos.

A gente tem que viver e ser feliz apesar dos problemas. Tem que sempre procurar estar sendo feliz e sempre procurar estar pensando positivo.”

Maio de 2000