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Brasília Fest Rock 2000 e os bastidores de iluminação

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Memórias do Brasil

Descrição:

Tina: A gente veio aqui visitar as mesas de controle de luz para mostrar para vocês como é o trabalho do pessoal que garante a iluminação lá nos palcos. São seis bandas, são seis pessoas controlando, dependendo de cada show. Esse aqui é o João, que é o cara responsável pela luz do show do Capital Inicial. Como é que é o trabalho de vocês aqui com esse monte de botãozinho?
João R. Roda, Iluminador: Basicamente a gente faz a programação de cor, de efeito. E na hora do show a gente solta os efeitos, a luz em geral.
Tina: A luz é pensada antes do show acontecer?
João: Toda antes
Tina: Qual é o critério que você segue? Dependendo da música tem que ter um tipo de luz?
João: Geralmente a música lenta, é parado, vai montando cor.
Tina: Mostra pra gente como você mexe nos botões.
João: Aqui tem uma cor que a gente chama de âmbar. Aqui a gente tem o BG, aqui a gente tem o vermelho e o âmbar. Aqui a gente tem o lavanda, o azul.
Tina: Esse painel aqui te dá tudo, você não tem como errar? Aqui já está dizendo cada cor que tem em cada música?
João: Isso. Aqui já está todo mundo gravado. O pessoal do Natiruts, o Capital, as bandas de antes, o Charlie Brown. Está tudo aí.
Tina: Para terminar eu queria mostrar para vocês o computador onde tem todo o projeto de luz que foi desenvolvido. A luz foi toda estudada nesse projeto de computador. Vocês podem ver que tem um palco, tem toda a luz ali. A tecnologia ajuda um bocado, né?
João: Muito. Hoje em dia é tudo computadorizado. As mesas praticamente são um computador. As mesas fazem o trabalho do computador. O computador te dá uma visão geral do que vai acontecendo.
Tina: E se você passar mal na hora do show ou algum problema, o que acontece?
João: Aí não acontece.
Tina: Gente, a máquina não é tudo, hein!”

Maio de 2000