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Chico César, sua história de vida e musical

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Memórias do Brasil

Descrição:

“A música está comigo desde muito jovem, desde garoto. Já tenho 15 anos vivendo em São Paulo. O meu primeiro disco, quando saiu, eu tinha 31 anos. Cheguei a tocar no Japão. Europa toco 4 vezes por ano. E agora vem o quarto CD com o qual eu vou entrar agora nos Estados Unidos e Canadá. Eu me sinto muito feliz e tranquilo de ser músico, de fazer música. Para mim é a maior alegria mesmo.

O que eu mais gosto é da possibilidade de poder falar para as pessoas, de poder entrar em contato com as pessoas, de ter a minha música como um veículo de me aproximar das pessoas e de lançar indagações que eu não poderia lançar de nenhuma outra forma.

(Figurino). Hoje está mais africano. Eu prezo bastante as minhas influências africanas. Não sou um militante do movimento negro, mas através da minha música, eu consigo me relacionar com esse continente. A África está em mim no jeito de cantar, no jeito de vestir. Mas você pode me encontrar tanto com essa roupa como com um terninho, bermuda. O mais importante é você se sentir à vontade.

Eu trato bastante do amor, da relação pessoa-pessoa e também dos problemas do cotidiano. As músicas mais dançantes tratam do dia a dia, uma visão mais crítica, mais sócio-política talvez. E as canções mais lentas tratam de amor.

Você já teve algum amor à primeira vista?

Muitos. Todo dia em São Paulo, no metrô. As vezes dura dois minutos e acaba.

É uma mensagem de otimismo para que as pessoas realmente interessadas em mudar o mundo se unam, se encontrem, procurem entender o que é que há de bom no outro, para que a gente possa definitivamente ir expurgando o mal. Eu acho que essa é minha mensagem.”

Dezembro de 1999