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Conheça Florianópolis, a ilha da magia. Parte 1 com arvorismo

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Olá, muito boa tarde. Está no ar o Programa Alternativo. Eu sou Eduardo Chauvet. Hoje diretamente do Costão do Santinho, um dos melhores resorts de praia do Brasil. Nós vamos levar até vocês roteiros de turismo e aventura, como sempre. Vamos com a gente.

Nós vamos conversar com o Dudu Fernandes, diretor de entretenimento do Costão do Santinho, um resort que foi considerado 5x o melhor resort de praia do Brasil, foi isso mesmo?

Dudu: É verdade. É um título que a gente recebe com muito orgulho, mas também que precisa de muito trabalho né? (…)

Nós temos uma geografia espetacular. A gente tem dunas, tem montanhas, tem uma belíssima mata atlântica, mar. É uma infraestrutura que auxilia e complementa tudo isso. Um belo parque de piscinas, uma área de complexo esportivo muito legal. Então a gente tem como propor pro hóspede que vem pra cá poder fazer tudo e ao mesmo tempo não fazer nada se ele não quiser. Da atividade mais tranquila até o passeio mais radical. É uma ilha, uma ilha belíssima, um conjunto de praias, um conjunto de dunas, de mata. Uma história e uma cultura peculiar muito legal.

(…)

Eduardo: Ekoeté é coragem, é isso?

Isso. Na língua dos índios, tupi-guarani, significa coragem.

Eduardo: Coragem pra fazer esporte de aventura, turismo de aventura e entre eles o arvorismo?

Aqui no hotel a gente trabalha com rapel, arvorismo e paintball.

Eduardo: E o arvorismo, como a gente pode perceber aqui nesse laboratório, nessa mini aula que a gente teve, é tranquilo. São algumas regras básicas de segurança que tem que ser seguidas, né?

A gente faz um treinamento com a turma de uns 5 minutinhos mostrando o equipamento, como funciona. E depois daqui, eles fazem o verdadeiro arvorismo lá no alto. Sempre com monitores seguindo pra olhar se acaso alguém faça alguma coisa de errado. A gente está sempre de olho.

Eduardo: Questão da segurança. A gente tem uma cadeirinha que é a mesma utilizada no rapel tradicional?

Perfeito. Mosquetão, duas solteiras, duas cordas. Uma que tem um mosquetão só que é um mosquetão de transição e a outra que a gente tem dois equipamentos, que é a polia que a gente coloca no cabo junto com o mosquetão para caminhar. Caso escorregue você vai ficar preso. É equipamento importado, todo regulamentado. Aguenta 2 toneladas e 400kg, então é tranquilo.

Eduardo: E essa questão da transição é o seguinte: a gente não pode estar solto em momento algum.

Regra básica do arvorismo. Você tem duas cordas. Pelo menos uma sempre vai ter que estar presa. Você vai sempre alternando. Prendeu uma, caminha um pouquinho, prende a outra pra depois soltar a outra. Você nunca pode estar com as duas na mão ou uma na mão e uma na cintura.

Eduardo: O arvorismo é muito interessante, muito bacana, é uma atividade que dá prazer. Agora, um ponto importante é paciência. Não tem que correr contra o tempo, né?

Perfeito. É muito boa a sua colocação . Não tem nada de pressa. Até porque lá em cima o visual é muito bonito. A gente tem visual de 3 praias. Então, lá em cima é pra contemplar. Chegar, olhar o visual e ir caminhando bem devagarinho. Tem pessoa que tem um pouco mais de medo de altura e vai mais tranquilo, tem pessoa já um pouco mais descolada, que vai rápido. Mas a gente sempre tenta fazer com que o grupo ande pertinho um do outro.

Eduardo: É uma atividade física, lazer, entretenimento, meditação, reflexão lá em cima e equilíbrio, muito equilíbrio. É bom que a gente vê até onde a gente está centrado.

(…)

Eduardo: Qual o tamanho desse circuito aqui no Costão?

Ele, em distância, tem uma base de 800m. Em altura, 12 metros do chão. Só que lá em cima, como você consegue ver o mar e o campo, te dá uma sensação de você estar a até 60 metros de altura.

Eduardo: É isso aí. Mais uma prática aqui no Programa Alternativo, esporte de aventura, turismo de aventura, chamem como quiser, o interessante é fazer, aproveitar, curtir e se soltar na onda, né?

Com certeza, estamos esperando aí.

Eduardo: Na onda ou na mata, né?

Na mata, aqui é na mata.

Eduardo: Aqui é na mata.

Outubro de 2010