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Danilo Caymmi, o som com Tom Jobim e um pouco da sua história

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Eu tropeçava em violão dentro de casa e naturalmente papai me trouxe uma flauta de madeira. Me interessei pelo instrumento, como poderia ter me interessado por outro… piano, violão. A gente sempre teve muitos instrumentos dentro de casa. Convivemos muito com isso. Eu, Dori e Nana.

A gente sempre teve grandes talentos na Música Popular Brasileira, graças a Deus. E no momento, a gente está passando por uma crise. Não é uma época muito boa de qualidade mas eu acho que é uma questão de tempo para aparecer um compositor. Às vezes, um cantor que tenha um direcionamento melhor.

Eu sempre dei preferência muito para trabalhar no Brasil. Nunca gostei de sair daqui. Meu irmão, por exemplo, vive em Los Angeles. Minha irmã também tem uma coisa bem de Brasil. E a primeira vez que eu saí, estive na Alemanha, na Finlândia, em Portugal, em Los Angeles, Argentina e foi muito bacana.

Em 83 eu entrei na banda do Tom Jobim com quem eu trabalhei 10 anos até a morte dele. Foi o Tom que me descobriu como cantor. E daí, paralelamente ao trabalho do Tom, veio seguindo a minha carreira solo como cantor.

Eduardo Chauvet:
Alguma relação especial com Brasília?

Danilo Caymmi:
Eu gosto muito daqui. Eu tenho amigos aqui. Uma grande amiga Vera Abrantes, que é quase um ícone da cidade. Eu venho sempre.

Eduardo Chauvet:
E aquilo que mais te inspira? O que mais te dá prazer na vida?

Danilo Caymmi:
Quando você vê a sua música cantada por outras pessoas, pelo povo.”

Junho de 2001