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Eduardo Rangel e seu CD Pirata de Mim

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Memórias do Brasil

Descrição:

“A gente trabalha com muito prazer esse show da gente. Ao Pé do Ouvido reforça esse tipo de diálogo que você tem com o público com um show mais intimista. Um show mais acústico que tem um volume sonoro muito menor porque não tem aquela banda com bateria. Então as pessoas ouvem mais a letra, percebem mais certos detalhes, sutilezas do arranjo. Isso é um prazer enorme, muito legal. Você ter certeza que a sua música está sendo realmente ouvida. A plateia participa como se fosse uma sala de estar.

Eu como instrumentista erudita, clássica, professora da Escola de Música, violinista da orquestra do Teatro Nacional, eu sou exigente. Eu acho que tem tudo a ver. O nosso trabalho está muito gostoso. Eu acho que o violino, o violão, o teclado e a voz do Edu combinam muito. Eu acho que a gente tem uma afinidade musical muito grande. Eu acho que a gente consegue passar realmente essa coisa boa, essa música boa, agradável.

Eu comecei muito cedo, eu comecei com 16 anos. Tive música gravada pela Renata Arruda que foi indicada ao prêmio Sharp como melhor composição. Três indicados: eu, Chico Buarque e Caetano. Aí teve o prêmio Renato Russo, que foi o prêmio que prensou o CD, o Pirata de Mim. Ele foi uma compilação de várias gravações ao vivo que eu tinha feito e eu fiz uma masterização. Ao vivo é legal porque tem essa coisa da participação da plateia e a emoção autêntica do palco.

Pirata de Mim porque eu estou pirateando a mim mesmo para recuperar os direitos sobre o meu próprio trabalho. Eu inventei uma sigla também. “Produção Independente Reabilitando ao Autor os Tributos Autorais Documentando Espetáculo Musical Insubordinado ao Mercado”.

Eu tenho amor pelo meu trabalho. Eu quero fazer bem feito.”

Dezembro de 1999