Fagner e Zeca Baleiro criam e cantam juntos

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Memórias do Brasil

Descrição:

Zeca Baleiro:
Há uns 3 anos, o Sérgio conseguiu arrastar o Fagner até um show meu lá no canecão no Rio. Era o show “Líricas”. Diz ele que gostou bastante e na sequência, 1 mês depois, eu fui a Fortaleza com o mesmo show e lá nós nos conhecemos pessoalmente. Ele convidou pra gente ir numa casa que ele tem na praia lá de Beberibe pra gente jogar um futebol e assim começou, na verdade, uma amizade. Um contato pessoal que daí partiu e fez nascer a parceria mesmo do lance profissional. Uma semana depois dessa promessa feita, o Fagner me mandou um K7 com 2 melodias. Aí eu já devolvi com letra, já mandei uma outro letra que ele também pôs melodia.

Fagner:
A parceria quando afina, afina. A nossa afinou com muita produção. Aí foi o que nos levou a fazer disco, fazer show. Resolvemos juntar os trapinhos e caímos na estrada, fizemos um disco. E a música se assemelha. O tipo de poesia que ele faz com o tipo de poesia que eu já vinha fazendo com os meus parceiros. As nossas vozes se confundem um pouco, tem um pouco a mesma textura, com sotaque um pouquinho diferente.

Zeca Baleiro:
Apesar de o mundo estar muito maluco, caótico, confuso… eu acho que a canção ainda tem o poder muito grande de entrar na vida das pessoas e de fazer algum estrago. É uma forma de comunicação de não estar só no mundo também de se expressar… no nosso caso com a música e fazer essa música chegar até o ouvido, o coração das pessoas. Eu acho que é o que todo artista deseja.

Fagner:
A gente tem notado muito que bateu nas pessoas, tem gerações diferentes cantando.”

Dezembro de 2003