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Família Vasconcellos de músicos, de geração em geração

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Memórias do Brasil

Descrição:

“A nossa família, de Vasconcelos, a gente tem já duas gerações antes da gente. Meu pai, minha mãe, que eram músicos, não eram músicos profissionais mas tinham muito gosto pela música. E do lado do papai, o pai e a mãe tinham uma forte ligação com a música. No lado da mamãe, o vovô era conhecido como o homem dos sete instrumentos porque tocava qualquer um que parava na mão dele.

Na realidade, lá em Cabo Frio, que foi onde a gente começou a ter mais contato com a música, o nosso irmão mais velho, Eduardo, já tocava violão. Lá tinha uma tradição de seresta, todo mundo aprendia violão. Então acho que atraiu eu e Renato também para essa história aí. E daí a gente foi, pelo menos eu e ele, nos deslocamos para ser músicos profissionais. Passamos isso para os filhos. Já é a quarta geração.

O André começou aqui em Brasília do mesmo jeito dessa garotada que está aí, puxado pela gente também. Estudou contrabaixo com o Ricardo, pai dele, estudou com outros contrabaixistas também. A partir dos 14 anos ele começou a tocar e o desenvolvimento dele realmente foi muito rápido e ele com 18 anos já estava recrutado pelo Djavan. Passeou aí com muita gente boa e famosa. Tocou com Sandy e Júnior, tocou com Simone, agora com a Fernanda Abreu, parece que está gostando bastante.

Desde cedo a gente sempre está acostumado a ouvir música, diversos tipos de música e sem querer, sem a gente perceber a gente está sendo influenciado. Cada um tem um pouco de uma preferência e você acaba ouvindo de tabela um estilo que você não ouviria por si só.

E mais tarde a gente acaba descobrindo algumas coisas que a gente só poderia estar fazendo junto com essa família, junto com essa influência toda, com esse ambiente musical.

Esse quinteto aqui é sangue do mesmo sangue.”

Novembro de 2004