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Festival de Cinema com alunos do Elefante Branco, escola pública tradicional de Brasília

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Memórias do Brasil

Descrição:

Eduardo Chauvet: O professor Kléristhon Guimarães é o criador e executor do Festival de Curta-metragem do Centro de Ensino Médio do Elefante Branco. O projeto faz com que alunos da rede pública coloquem a mão na massa. Eles produzem filmes e participam de todas as suas fases. Desde o roteiro à finalização. Os curtas retratam a nossa realidade, a realidade do Brasil. Esta é a 9ª edição do festival.

Kléristhon Guimarães: Uma das características importantes desse projeto é que é um estimulador da aprendizagem. Gerando uma sistemática diferenciada dentro do ambiente escolar, reduzindo a evasão escolar, aumentando o rendimento, transformando a educação em algo prazeroso de ser feito e algo que vá permanecer a informação para o resto da vida.

A proposta desse ano foi estudar o cenário político do Brasil. O que a imprensa retratou e o que há de fundamentação teórica. De posse de todas essas informações, discutidas em sala de aula, transformaram essas informações nos curtas que estão sendo exibidos hoje aqui. E utilizaram todos os tipos de meios possíveis para poder fazer a filmagem. Desde câmera de celular, uma câmera fotográfica.

Esse trabalho tem um caráter avaliativo. Eu sou professor de sociologia do Elefante Branco e ele faz parte da nota do primeiro e do segundo bimestre. Eles elegem o próprio líder e o vice líder da turma, eles saem pra campo, fazem toda a parte de filmagem, de edição e elaboração para que o seu senso crítico seja exposto de uma maneira muito significativa, sempre. É um trabalho como esse que exige o senso da coletividade, faz com que seja trabalhado tanto a sua inteligência interpessoal como a sua inteligência intrapessoal.

“Experiência única. Demais. Acho que vou levar isso para o resto da minha vida. No final a turma está unida. É uma coisa de união, companheirismo, é isso que vale”.

“Quase ninguém tinha experiência. A gente descobriu gente que pode ser ator no futuro, que pode ser escritor…”

“Todo mundo junto gravando e editando. Foi muito maneiro.”

“Eu acho que hoje os adolescentes têm que procurar saber mais sobre política pra ensinar para outras pessoas como a gente deve se comportar, como a gente deve fazer a escolha certa.”

“Foi uma experiência muito boa pra todos”

“Acho que isso vai ajudar muito na minha profissão porque eu quero ser designer”.

“Eu particularmente ajudei a dirigir o filme e a atuar, também como ator principal. Como eu já tenho um canal que faço vídeos e curta-metragens, ajudou bastante”.

“A gente não fez amigos só na sala de aula, a gente fez amigos de fora da escola”

“Foi ótimo, bem gratificante ver como ficou no final, perceber que a gente fez aquele trabalho. Foi muito bom.”

“É uma coisa que eu acho que vou levar pra vida toda”.

“O Elefante Branco na verdade tem artistas que se interessam em fazer o trabalho e eu acho que o meu colégio, todos nós, estamos de parabéns e a gente vai honrar o nome do colégio pra sempre.”

Outubro de 2010.