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Ha-Ono-Beko, música afro, tribal, indígena

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Ha Ono Beko. Siga o sol, vá em frente. É um dialeto africano.

Esses instrumentos que vocês usam, como surgiu a ideia de introduzir isso?

A ideia era só usar histórias bem primatas, bem tribais, coisas alternativas. Eu sou artesão e gostava de procurar coisas recicláveis. Eu não tinha dinheiro para comprar um instrumento então eu resolvi implantar essa história.
O meu irmão já estava desenvolvendo esses instrumentos. E eu também músico, só que eu tinha outra banda. Na convivência fui vendo o som que ele estava fazendo. Fui me interessando e juntando a galera.

A partir daí eu senti a necessidade de alguns instrumentos melódicos. A partir daí a gente juntou o alternativo com o convencional.

Tem uma referência a Chico Science?

Tem tudo a ver com o Brasil inteiro. Quando a pessoa centra uma ideia em uma pessoa é porque é muito forte. Nós buscamos sempre o lado afro, o lado indígena, o lado tribal, o lado do baião.

A gente valoriza muito a música regional. E o que o Chico fez foi buscar os ritmos regionais de Pernambuco e misturar com as levadas de funk, de groove.

O maracatu é a mesma influência que a gente tem do samba, do afoxé. Chico influenciou muito a gente, como o Gil, Hermeto. É uma coisa misturada.

Como é o trabalho de composição de vocês?

A gente não tem um estilo definido. A gente vai sempre buscando moldar e aperfeiçoar essa arte de compor.”

Março de 2000