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Hamilton de Holanda convida Zélia Duncan e Tuca Andrada

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Como eu sou daqui de Brasília e hoje eu moro no Rio, conheço muita gente. Tiveram essa ideia de me colocar como anfitrião convidando grandes cantores e grandes artistas. É uma experiência de espetáculo com música, letras e poesias. Eu falei “vamos fazer então e aí a gente convida pessoas que eu acho que se encaixam nesse nível de grande artista, mas que eu tenha uma identificação. Se for próximo melhor ainda”. Para essa primeira edição, a Zélia era a convidada perfeita porque é uma pessoa que eu admiro demais, sou fã dela.”

“Para minha sorte, eu tenho trabalhado com o Hamilton há mais de um ano porque a gente fez um projeto muito importante para a minha vida chamado “Eu me transformo em outras”, que agora está concorrendo a prêmios. Inclusive o Márcio Bahia, que está tocando bateria hoje aqui com ele, também é desse projeto. A gente tem estado muito juntos e a gente gosta muito de dividir o palco, até onde eu percebo nele. É bom sair daquele habitat que a gente está acostumado e vir para esse, que é o habitat dele. Então eu vou cantar algumas músicas diferentes e ele ainda vai tocar comigo coisas do meu repertório, até mais pop, como é o caso de “Alma”, que ficou com um arranjo bem a cara do Hamilton. E essa troca musical, artística e afetiva, é fundamental porque é alimento pra gente. Participar de um projeto popular é sempre uma coisa que me interessa. Todo show que eu vou fazer, eu sempre me preocupo com isso. Qual é o preço do ingresso? É acessível para as pessoas? Por mim eu fazia sempre show assim. Então a ocasião é perfeita.”

“Na verdade, o Marcos Portinari, da Portinari Produções tinha me chamado. Ele sabia que eu cantava. Esse projeto é um músico que convida um cantor e um ator. E aproveitou que, como eu cantava, estou fazendo um espetáculo musical em que eu canto 22 músicas, ele achou interessante que eu viesse aqui cantar pelo menos duas músicas do projeto. Achei muito interessante, achei muito bacana até pelo público que atinge e acho que é fantástico que haja projetos como esse cada vez mais no Brasil.”

“A coisa é no meu nome, mas eu tenho comigo esse quarteto maravilhoso comigo. São dois músicos também daqui de Brasília, que é o André Vasconcelos no contrabaixo e o Daniel Santiago no violão. São dois jovens talentosíssimos, para mim os melhores do mundo. E o Márcio Bahia que é o mestre da bateria, já consagrado. Toca há 20 anos com Hermeto Pascoal. É meio que um brinde também a esse encontro do quarteto porque, na verdade, a maior parte do show é do quarteto. O que mais a gente espera é chorar e sorrir… é a emoção. Porque a música tem aquela coisa de lembrar de uma época, ou você nunca ouviu e de cara dá uma tremida. Então nosso objetivo é esse, dar um presente para as pessoas que vierem assistir a gente através da música, sempre focado na emoção.”

Junho de 2005