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Isabella Taviani, música autoral falando sobre amor

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Eu canto desde os 16 anos de idade. Fiz canto lírico, fui cantora de ópera durante 6 anos. E comecei na batalha de barzinhos e tal. Um belo dia fui descoberta pelo Aloísio Reis que foi ex presidente da EMI e hoje está na Green Songs, lançando um selo próprio, independente. E lancei meu primeiro disco em março de 2002. O disco é basicamente um disco autoral. Tem 13 músicas, 11 músicas são minhas, são coisas que eu vivi na minha vida, eu gosto muito de falar sobre canções de amor, que é o que eu gosto e sei fazer.

Acho que é a minha cara, é essa interpretação forte, que é uma coisa mais visceral, é o risco do palco, de estar presente, de se mostrar presente. Não gosto muito daquela coisa comedida, do intérprete não se lançar, não se arriscar. Acho que a minha maior característica é essa e as minhas composições beneficiam para que isso aconteça. São composições bastante vigorosas.

O que eu mais tenho ouvido é que as pessoas falam “como é que você soube o que eu estou passando? Como é que você está cantando aquilo que eu estou vivendo agora? ”. Isso aconteceu com Foto Polaroide, com Digitais, com a canção De Qualquer Maneira, que é a última música que estourou no Rio de Janeiro. As pessoas querem falar de amor porque elas sentem isso. E eu tenho uma maneira de falar isso muito simples e, ao mesmo tempo, com uma sutileza muito legal. As pessoas estão se identificando por isso. Falar de amor, todo mundo gosta, ama.

Eu amo cantar. Eu não sei fazer outra coisa, não adianta. Eu já tentei, fiz duas faculdades, tranquei as duas, não tem jeito. O que me move é poder contar as minhas histórias através da música.

Essa música que a gente ouviu agora foi de um relacionamento de muitos anos, que “vai embora, deixa o sol brilhar, vai tranquilo e seja o que Deus quiser”. São coisas que eu vivi, que eu passei. Então o que me move a cantar é poder contar a minha história.”

Outubro de 2004