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Jiu-jitsu com Ataíde Júnior em Brasília

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Memórias do Brasil

Descrição:

Ataíde Júnior: Praticamente a minha vida toda foi voltada pra luta. Desde 3, 4 anos de idade que eu pratico judô. Pra mim, o jiu-jitsu ficou como luta perfeita porque é uma luta que não tem punch. A gente não tem que agredir o adversário e a gente tá o tempo todo abraçado ali. É um pouco diferente das outras lutas.

É um clima bem familiar aqui. A gente tem um jiu-jitsu hoje que é o ‘jiu-jitsu brasileiro’ criado pelo mestre Hélio Gracie. Veio do Japão, quando veio a colonização japonesa pra cá. Então, o Hélio Gracie criou através de alavancas, um jeito de um fraco ganhar do forte. Assim que veio se formando o jiu-jitsu.

Hoje, até fora do país, é conhecido como ‘Brazilian Jiu-jitsu’. É um esporte aeróbico de primeira, você vê que a pessoa sai suada mesmo, não tem pra onde correr. E isso aliado à autodefesa, à sensação de bem-estar, a sensação de confiança que o jiu-jitsu nos proporciona.
Se tiver uma boa escola onde tenha uma orientação, onde tenha um professor formado, não seja um leigo, eu acho que é totalmente saudável. É o que a gente usa pra passar pros nossos alunos hoje pra fazer essa turma grande que a gente tem aí de lutadores e competidores.

A escola de Brasília que tem mais campeões, orgulhosamente é a nossa. Eu acho que o pessoal tem que quebrar um pouco esse estereótipo de que o lutador é um cara violento. O lutador não é um cara violento, ele é um cara canalizado. Então a gente tem um trabalho voltado pro jiu-jitsu competitivo como um trabalho voltado pro jiu-jitsu de defesa pessoal. Quem estiver a fim de conhecer o jiu-jitsu, passa aqui no Clube do Congresso, 902 sul.

Março de 2003