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Jorge Aragão fala da carreira e história de vida

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Eu só faço uma coisa: eu tento manter isso que eu venho colocando, depositando no colo do povo, no ouvido seja o que for, no coração, desde o início. O que mudou basicamente foi uma atenção maior da mídia e hoje também de um grande público. Hoje, só o prazer que eu tenho, a responsabilidade que eu sei de entrar e começar a trabalhar no meio de feiras agropecuárias. Quando vim chegando, parecia que eu estava meio deslocado mas eu vejo o povo todo cantando tudo quanto é música minha. Não sou eu que tenho que determinar onde eu tenho que cantar, onde o meu trabalho se enquadra e onde ele consegue se manter. Se tem alguém está cantando junto comigo é porque existe uma resposta, existe um eco e eu vou tentar fazer isso pra essas pessoas continuarem isso.

Eu fico imaginando, toda a vez que vou a Brasília eu canto 80% de todas as músicas que o pessoal já conhece, talvez seja isso, eu venha pra fazer aquilo que eles já sabem que eu vá fazer… vá cantar. Depois de tantos anos vindo aqui né, mas não, está todo o repertório aí e é o que eu vou continuar fazendo: é cantar.

No DVD nós vamos lançar acho que em outubro.. já deve estar na rua. O CD sai agora. Tem uma música que eu estou cantando junto com o Zeca Pagodinho.

O amor que eu ainda tenho que ainda sei que eu posso raspar, nem que seja do fundo do poço, trazer e mostrar para as pessoas porque elas esperam isso de mim. Isso me move, quer dizer, que eu fale isso pelo menos eu imagino dessa forma. E eu vou tentar fazer isso sempre, a vida toda, não tem como pagar o carinho que se tem por mim.”

Setembro de 2002