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Jovens talentos da música e o ‘Museu Vivo da Memória Candanga’ no Núcleo Bandeirante

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Memórias do Brasil

Descrição:

Márcia Figueiredo, Diretor Cultural da Administração do Núcleo Bandeirante: Vários alunos já vinham procurando um espaço para apresentar suas bandas, chamadas bandas de garagem. E nós começamos a divulgar para os colégios públicos e particulares. As inscrições seriam feitas a partir da letra da música ou da composição musical. Nós também abrimos para alunos da Candangolândia e Riacho Fundo porque estava dentro da Regional de Ensino. E a recepção foi muito boa. Acabou sendo um sucesso com a garotada. Principalmente porque a família começou a participar.
E o nosso objetivo era envolver exatamente a comunidade. As bandas seriam agregadas de acordo com a iniciativa de cada aluno. A própria escola ‘Vivência e Arte’ se empolgou tanto que nós sorteamos várias bolsas de música com 50% para que esses jovens pudessem se aperfeiçoar. E o ano que vem nós tivéssemos ainda mais qualidade e maior número de participantes. Os 3 primeiros colocados, foram premiados em dinheiro. Primeiro lugar 500 reais, segundo lugar, 300 e terceiro lugar, 200 reais. E a escola vai estar ganhando no início do ano letivo um computador.

Eduardo Chauvet: A escola do aluno vencedor?

Márcia: A escola do aluno vencedor. Aí nós iremos lá, iremos fazer uma pequena solenidade. Nós temos potencialidade para desenvolvermos vários projetos na área cultural porque a comunidade é receptiva. Os jovens tem talento. Ano que vem tem muito mais, se Deus quiser.

E em se falando do aniversário do Núcleo Bandeirante, seus 45 anos, nós convidamos toda a comunidade do Distrito Federal a vir visitar o nosso museu, que é o Museu Vivo da Memória Candanga. Ele fica na EPIA, Setor de Postos Sul, na saída de Belo Horizonte e Goiânia. E é muito interessante. Você ao entrar no museu realmente viaja para o início da nossa história. E aqui nós temos uma história que não podemos deixar morrer. E a luta de preservação desse museu é de cada um que mora nessa cidade. E o museu ele vai existir a partir do momento que as pessoas venham visitar, valorizem esse patrimônio. Quem mais visita são as escolas. Nós temos feito um trabalho também com a regional de ensino, com a comunidade da Candangolândia. Quando você entra no museu, você revive a história.

Dezembro de 2001