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Lisbela e o Prisioneiro e os elementos populares da cultura nordestina

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Meu nome é Carlos Marcelo eu sou editor executivo do Correio Braziliense. Estou aqui com vocês hoje pra falar de Lisbela e o Prisioneiro, um filme dirigido pelo Guel Arraes, um dos maiores talentos que apareceram recentemente na televisão brasileira. A gente sabe que o Guel, na verdade, começou fazendo cinema na Franca e depois ele investiu na televisão e foi contratado. Fez o TV pirata e depois dirigiu as Comédias da Vida Privada, depois o Caramuru e agora com Lisbela e o Prisioneiro que é o primeiro filme que o Guel faz diretamente para o cinema.

O mais legal no trabalho do Guel Arraes é que ele recupera elementos muito populares da cultura nordestina.
Ele mesmo diz que o que ele faz é cinema popular brasileiro. Ele quer que o nosso cinema atinja as raízes populares, atinja o grande público, mas com muita qualidade. Sem perder esse espírito da picardia da comédia desse espírito irreverente do nordestino.

Um dos pontos altos de Lisbela e o Prisioneiro é o desempenho dos atores, desde Marco Nanini que tá no papel coadjuvante, MS muito bem como pistoleiro. O papel do Selton repete um pouco o fio do Chicó que fez muito sucesso no Alto da Compadecida.

O papel da Débora Falabella lembra um pouco o desempenha da Mia Farrow em A rosa Púrpura do Cairo.”

Setembro de 2003