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Margareth Menezes, sua história e o afro pop brasileiro

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Os meus tios e o meu avô tocavam violão tanto por parte de pai como por parte de mãe. Eu participei de festivais na escola, participei de coral, fiz teatro, então a minha vida veio toda de uma maneira muito espontânea, ninguém me dizia não, as coisas aconteciam. Aos 15 anos eu ganhei um violão dos meus pais e daí as coisas vieram cada vez mais, me trazendo para o palco, para esse universo maravilhoso que é a música.

São quase 15 anos já de estrada. Sou uma pessoa muito aberta musicalmente. Eu gosto de pesquisa, eu gosto de misturar as coisas e sempre gostei das oportunidades. Nessa caminhada até em ópera eu já cantei, já participei de ópera.

Desde o meu primeiro disco sempre foi uma coisa muito misturada, tinha desde um samba reggae até blues nesse primeiro CD. Os outros CDs também sempre com uma proposta de pesquisa ai já mais moderna. A gente faz proposta de pesquisa sonora também que é de onde vem essa coisa do afro pop brasileiro, como eu classifico o meu trabalho.

Um sonho pra mim também, participação do Cidade Negra vai ser muito bacana e do Carlinhos Brown também.
Eu sempre tive uma abertura grande no mercado exterior principalmente porque eu trabalhei com David Byrne no começo da carreira. Fiz mais de 70 shows no mundo inteiro com ele. Depois disso, eu já fiz 12 turnês internacionais, sempre mostrando a música brasileira, mostrando esse swingue que a gente tem no Brasil que contagia o povo.

Muito obrigada por esse carinho, toda vez que eu venho aqui o pessoal me recebe muito bem, obrigada. E se vocês forem lá na Bahia,e vão lá visitar os nossos ensaios que a partir de novembro a gente já estará fazendo os ensaios dos nossos blocos Os Mascarados. Então é isso aí gente, paz e amor e vamos pra frente.”

Agosto de 2003