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Maria, teatro do absurdo existencialista de contestação a Deus

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Memórias do Brasil

Descrição:

Júlio Crotiolli:
O ator tem que transformar e a plateia tem que sair dali transformada. Maria é uma peça dentro do contexto do teatro do absurdo que a gente tenta mostrar o nordeste de uma forma mais dentro dos arquétipos do que dentro do estereótipo. São pessoas que estão presas num ambiente em que contesta Deus o tempo inteiro. É existencialista. Brincam com emoção.

Inspirada dentro de personagens históricos como, por exemplo, Maria Bonita. Só que é uma peça que tenta mostrar a nossa visão sobre a globalização. Está invadindo o espaço da cultura popular deste povo. Lamentações o tempo inteiro. E o humor está nessas lamentações. A solidão é o fio condutor. Por causa da solidão eles começam a interagir. Eles começam a se aceitar, eles começam a falar de carência. No final eles descobrem que estão mortos.”

Março de 2003