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Mart’nália com Martinho da Vila e suas origens

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Memórias do Brasil

Descrição:

Martinho da Vila: Eles são filhos só quando a gente tem que cuidar, que é quando eles são miúdos. No duro eu tenho 2. Uma que tem 4 anos e outra que tem 9. Os outros são colegas, camaradas. A gente discute, conversa, sai junto.

Martinália: Eu acho que se não fosse meu pai eu nem ia cantar. Até porque eu comecei cantando com ele, fazendo vocal. Sempre admirando a música dele, sempre perto. Minha mãe era cantora também, acho que não tinha jeito.
Estar ali com o pai, estar aprendendo a profissão, como ser um músico, como adquirir respeito, que é o caso dele, graças a Deus, foi só prazer.

“Ao vivo” é um CD que a gente gravou lá no Olimpo, direto, num show que fizemos em parceria com a Multishow. E aí tem uns parceiros que foram lá dar uma força. O Moska, a Zélia, o Djavan, meu pai. Fizemos disso também um DVD, que é esse que está saindo, que tem também uns clipes, uns bônus, umas brincadeiras.

Esse disco que eu fiz agora me deu mais oportunidade de mostrar as músicas que eu componho. Nunca pensei em compor profissionalmente, eu não sabia na verdade que eu ia cantar.

Percussionista eu sempre fui. Já toquei com Ivan Lins, com um montão de gente, inclusive com o Martinho. E vocalista que eu faço também nos discos de outras pessoas. Para mim o legal é conseguir fazer isso tudo dentro do palco porque ir lá só cantar é legal, mas também não me dá todo esse prazer. Ficar só tocando era bom, mas também não me dá todo prazer. Então eu tento fazer um pouquinho de cada, tudo que eu vim aprendendo nesses tempos todos e que foi me dando um pouquinho de segurança até para ficar cantando. Aí eu jogo tudo dentro, a gente mistura e dá nisso.”

Fevereiro de 2005