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Moska e seu pop com poesia, rock e MPB

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Eu comecei profissionalmente mais tarde, mas o interesse vem de pequeno. A gente não percebe muito o que que é, mas você descobre que você se liga em coisas diferentes dos seus amiguinhos. Na adolescência eu já comecei a ter muita vontade de trabalhar com algo que está mais dentro de você do que fora. E aquela paixão que eu tinha ingênua e juvenil era, na verdade, o que a gente chama de vocação ou talento ou dom, não sei. Pode dar o nome que quiser ou no mínimo uma vontade.

Entrei com um grupo chamado Garganta Profunda que era uma orquestra de vozes. De lá pra cá muita coisa aconteceu porque de lá eu montei Inimigos do Rei que foi uma banda do final dos anos 80. Viajei o Brasil todo conheci o Brasil, descobri que o Brasil era um continente de muitas diferenças, quis sair do Inimigos pra começar a fazer um trabalho que mexesse com MPB, pop e poesia. Ao mesmo tempo, nada melhor do que isso, de você começar um trabalho de composição, um trabalho autoral. Porque quando eu quero cantar samba eu faço um samba, quando eu quero cantar um rock eu faço um rock.

Eu acabei de gravar um disco novo, uma das canções tocou numa novela e é a primeira vez na minha vida profissional que eu tenho uma canção tocando muito antes do disco sair.

Ah, eu digo que eu não tenho muito objetivos, muitos motivos. A curiosidade me move. Há vontade de fazer sempre alguma coisa diferente do que eu acabei de fazer. Não pretendo ser nenhuma outra coisa, mas tomei cacetadas assim, faço meus desenhos, tiro minhas fotos, tudo ajuda a mover.”

Novembro de 2003