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Natiruts e o impacto da música “Liberdade pra dentro da cabeça” na carreira da banda

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Memórias do Brasil

Descrição:

“A gente se conheceu aqui na UnB, no campo de futebol. Eu, Luiz e Bruno estudávamos aqui e a gente resolveu formar uma banda, eu e o Juninho. Aí eu conheci o Luiz Maurício e o Luiz Maurício já chamou o Bruno, que tocava percussão e a gente começou a ensaiar, isso em 1995. Na sequência entrou Isabela, depois entrou o Kiko. Em 1997 a gente gravou o primeiro disco no Rio de Janeiro. Quando a gente entrou na gravadora, a primeira sugestão dela foi que Beija-Flor fosse a música de trabalho. E o Beija-Flor alavancou mesmo a carreira da gente. A gente não esperava que ela alcançasse essa amplitude que ela alcançou. Foi uma música que ajudou muita gente a conhecer o reggae, saber o que era o reggae. Foi uma música que estourou naturalmente no sul, sem gravadora nem nada, a gente estava tocando lá. A gente fez um show para 4 mil pessoas. Liberdade Pra Dentro da Cabeça também foi uma música que virou muito forte na época. E a música mais tocada no segundo foi o Carcará, porque ela foi muito bem trabalhada.

O que eu mais acho legal nesse terceiro disco foi que ele conseguiu ser diferente dos dois anteriores. O mais legal que a gente conseguiu nesses três discos, que era a proposta mesmo, de sempre estar mudando. Nesse terceiro disco a gente foi para um lado meio rock and roll no sentido dos timbres, do som das coisas. Nossa essência de compor continua a mesma, acho que vai ser a mesma sempre. Foi legal que a gente queria chegar aqui em Brasília, que é uma praça que a gente tem um carinho muito grande, é a nossa casa, com um show já amadurecido, já rodado. Tem certas bandas que tem essa característica de ter um público cativo, que sempre está no show cantando. Na verdade, isso que acaba mantendo a banda, até em relação a inspiração para continuar.”

Novembro de 2001