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O aprendizado de diferenças línguas como inserção cultural em escola pública do DF

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Memórias do Brasil

Descrição:

Eduardo Chauvet: Nós estamos aqui com a Ana Cristina. Ela é professora do Centro Interescolar de Línguas da Ceilândia e ela acaba de criar um projeto que é o “Gol de Educação na Copa de 2014”.

Ana: Nós desenvolvemos cursos de inglês, francês e espanhol nas 7 regionais de ensino, 8 escolas de idiomas, onde o aluno tem, a partir da 5ª série, possibilidade de estudar uma língua estrangeira de forma mais aprofundada.

“Eu tenho 13 anos, meu nome é Jeferson. Eu gosto de ter aula aqui porque a gente aprende muito.”

Ana: Durante esses encontros os professores desenvolvem as habilidades como ouvir, falar e escrever e eles saem falantes fluentes de língua estrangeira.

“Eu faço francês aqui às terças e quintas já tem 1 ano. É interessante você aprender uma língua nova.”

Eduardo: diante dessa oportunidade que nós vamos ter de sediar a Copa do Mundo, você criou um projeto maravilhoso de envolvimento dos cidadãos, né?

Ana: Sim, é um projeto que prevê que o aluno desenvolva a parte cultural, ou seja, que ele entenda e saiba localização geográfica, história, costumes. A ideia é que nós tenhamos voluntários em 2014.

“Eu faço inglês, terças e quintas. Eu gosto da interatividade da turma. É muito legal. Tenho vontade de falar com pessoas americanas, inglesas…”

Eduardo: No geral, faz-se um mapeamento cultural para capacitar o aluno com noções que vão muito além das línguas. Isso é interessante. História, geografia…

Ana: É exatamente pra que ele tenha desenvoltura e conhecimento suficiente para conversar com um turista que venha nos visitar na ocasião do evento mundial de 2014. Que ele fique à vontade, que ele se sinta seguro. E também tenha informações importantes sobre a cultura brasileira e brasiliense para passar pro turista, sobre a nossa cidade e o nosso país.

“Eu estudo espanhol já tem um ano e meio. Quero poder conversar com jogadores, comissão técnica, fazer muita amizade”.

Ana: A gente acredita que a pessoa que tem o espírito voluntário, ela é voluntária em qualquer lugar. É voluntária na comunidade onde vive, na escola onde estuda, na sua família, e vira um cidadão melhor. A gente acredita nisso. Dessa forma, ele vai entender por que ele está estudando língua estrangeira. Ele vai ter um uso de verdade da língua com falantes de outros países. Essa é a ideia.

Agosto de 2010