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O grupo ‘Corpos Informáticos’ de arte e tecnologia e vice-versa

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Memórias do Brasil

Descrição:

Mariana Brasil: Unir as novas tecnologias e a arte pode até parecer coisa do futuro mas não é. O grupo de pesquisa Corpos Informáticos mostra aqui na exposição “Macula@Corpos” que essa união é possível. E mostra ainda muito mais.

Bia Medeiros, Coordenadora do Corpos Informáticos: O grupo de pesquisa Corpos Informáticos existe aqui em Brasília desde 1992. Nós estamos querendo trazer a arte para as tecnologias e a tecnologia pra arte, vice-versa. Provocar um encontro. E aqui na exposição a gente vai tentar mostrar um pouco desse encontro da arte com a tecnologia. Nós vamos estar conversando com imagens, som, com pessoas em todos os lugares do mundo, temos vários artistas convidados, mas qualquer pessoa, basta ter um computador ligado na internet.

De fato é uma inquietação porque a minha formação, eu venho da arte da performance. A arte da performance é a arte ao vivo. E confrontada com essas novas tecnologias, a gente se perguntou: é possível um corpo informático? E fizemos diversas experiências. Em ’92 nós fizemos slides projetados com o corpo, depois ganhamos equipamentos de vídeo, fizemos vários videoartes, várias videoinstalações, ganhamos prêmios pelo Brasil todo, participamos do Salão da Bahia, várias coisas com essa tecnologia do vídeo.

Há uns 5 anos nós estamos pesquisando como fazer um site arte. Como seria um site arte? É diferente de você fazer um site sobre arte. E aqui, seria a tecnologia da teleconferência aplicada à arte.

Cila Mac Dowell, Corpos Informáticos: Uma interação com o grupo, então você vai se comunicar com outras pessoas que estão em outros países, em outros lugares e produzir resultados a partir do que eles mandam de volta pra você. É uma conversa que vai se modificando de acordo com a presença de cada um e com a telepresença porque os corpos estão comunicados através da rede.

Mariana: Interatividade total.

Bia: Exatamente, essa é a proposta.

Junho de 2002