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Oscar Wilde pelo teatrólogo Hugo Rodas

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Memórias do Brasil

Descrição:

Eduardo Chauvet: Hugo, como se desenvolve esse espetáculo de Oscar Wilde, são três lugares diferentes, o primeiro é esse aqui?

Hugo Rodas: É, a instalação começa por este espaço, que é a boate. É um trabalho como se fosse de uma boate gay, ou seja, como um lugar onde hoje ele estaria se divertindo. E, depois disso, passamos para um segundo espaço, que é o aquário. Chegamos a fazer um contraste absolutamente inverso do que era o primeiro espaço, não? Então seria como o inferno, a diversão, a loucura, a noite, o fútil, para daqui você passar para um espaço absolutamente encantador. A gente mostra assim toda a obra dele, poemas, contos, trechos de peça, romance. Depois a gente passa para onde propriamente acontece o espetáculo inteiro. Esse espaço é um café-concerto. Essas são as gaiolas de cada um.

Eduardo Chauvet: Como é interpretar, como é fazer um espetáculo desses de Oscar Wilde?

Hugo Rodas: Muito importante, primeiro porque esse é um cara que eu admiro um pouco por sua profunda franqueza e sua profunda sinceridade com o amor, aquele ‘conseguir’ através da conquista do ser humano, aquilo que você não tem.

Eduardo Chauvet: Vamos fazer um convite então ao pessoal que está em casa: de quinta a domingo às 21h.

Hugo Rodas: De quinta a domingo às 21h sempre, o ingresso é 16 (inteira) e 8 (meia) e a temporada vai até 15 de agosto, mas são 115 ingressos por noite e esgota facilmente, por isso mesmo fizemos uma temporada mais longa possível. Não deixe de conferir, você vai amar!

Junho de 2001