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Pepeu Gomes, os Novos Baianos, o trio elétrico e sua mistura de sons

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Eu sou de uma família de músicos, meu pai era cantor, minha mãe era professora de piano. Eu tenho 10 irmãos músicos. Meus filhos são músicos. Eu comecei a tocar aos 14 anos de idade quando eu gravei o meu primeiro disco. Eu era contra baixista e aos 17 anos eu me tornei guitarrista conhecendo Gilberto Gil e Caetano Veloso no show Barra 69 em Salvador Bahia.

A partir desse show, nós formamos um grupo de Novos Baianos que durou 10 anos. Em 1978, eu parti para a minha carreira solo, no qual dou continuidade até hoje. Estou com 37 anos de carreira. Continuo firme trabalhando pelo Brasil, Graças a Deus. É um som que a gente mistura tudo.

Uma formação que vem do trio elétrico e João Gilberto de Jacó do Bandolim de Valdir Azevedo de Jimi Hendrix essa mistura toda eu acho que faz a personalidade do Pepeu.

Eu me considero um alquimista do som em que eu misturo todas as coisas e dá sempre na minha personalidade.
Essa não vergonha de tocar isso de coração aberto, de peito cheio… eu acho que isso forma uma personalidade forte.

Eu acho que o que move é você ver que a sua continuidade, a continuidade da tua obra está ali, está sendo trabalhada pra quando você resolver dar uma parada ou chegar a tua hora de parar, de pendurar a chuteira, a continuidade esteja ali seguindo. Então isso move muita gente.”

Agosto de 2003