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Pleasure, música eletrônica criativa

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Memórias do Brasil

Descrição:

“O processo de criação de uma música como essa não é algo que se pega um padrão, uma receita de bolo. Na verdade cada um de nós tem um jeito específico de criar. Eu, por exemplo, gosto muito de estar tomando uma cerveja e aí vou pensando num riff, num ritmo.

“Eu dava aula numa cidade-satélite, então eram 45 quilômetros de estrada e eu ficava tendo as ideias. Comprei um gravadorzinho e colocava ali as minhas ideias. ‘I Need You’ saiu assim, ‘I’ve Been Waiting’ também.”

“Eu, por exemplo, gosto de criar no violão. Toco, chego aqui com o Paulo e digo ‘Paulo, vamos fazer, criei uma coisa nova!’.”

“Existe uma estrutura mínima da música, uma estrutura básica. Em cima dessa estrutura, dessa ideia, a gente traz pra cá através de um software de sequenciar músicas, que a gente faz pelo computador. Eu seleciono notas musicais, timbres no teclado, nos diversos aparelhos que a gente tem aqui. Depois, através do recurso de rede que a gente tem, todos esses instrumentos estão ligados, eu digo “quero um contrabaixo com registro tal, a bateria mais assim, mais assado”. Então eu registro os timbres no teclado mas na verdade no computador eu tenho só as notas musicais. Como é música eletrônica, se a gente errar o tempo, se perder o tempo, já era. Em uma banda comum, se você perder o tempo o baterista olha para o baixista e eles atrasam um pouquinho até o vocal entrar. E aqui não tem jeito, perdeu o tempo já era.”

“As pessoas acham que o computador que faz tudo. Não é isso. Nós temos que ter feeling, conhecer de música para fazer esse trabalho que a gente faz”

“Nós tocamos músicas nossas e algumas conhecidas que a galera curte, como Cher, Whitney Houston, Madonna, vários grupos. É muita inovação, muito som. ”

“Eu acho que o dance music mexe muito comigo. A energia, a batida. Eu sempre falo que a batida do dance lembra a do coração. Fico até arrepiada. Mexe muito, agita por dentro. É emoção mesmo. ”

Novembro de 1999