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Skank fala da carreira e do CD Maquinarama

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Memórias do Brasil

Descrição:

Samuel Rosa: o disco se faz necessário exatamente para registrar essas mudanças que vem ocorrendo, que acontecem, que são naturais e que acontecem em qualquer grupo. Eu acho que é natural que as influências, as velhas influências vão se acrescentando a outras novas. Um retrato mais atualizado do grupo né, eu acho que Maquinarama é isso tudo.

Henrique Portugal: a gente procura expressar na música o que a gente procura, o que a gente vê com pessoas de classe média, que se apaixonam, que gostam de futebol e que vê os problemas sociais.

Haroldo Ferretti: Brasília é uma cidade que sempre nos abraçou, sempre fizemos shows muito legais. Toda vez que eu chego em um hotel em Brasília, eu consigo ver a esplanada e tal.. por mais que nem tantas coisas legais aconteçam ali, querendo ou não, é a capital do meu país e eu acho muito bonito. Eu me sinto até muito emocionado ao ver assim essas imagens dessa cidade.

Samuel Rosa: a relação do rock com Brasília também é muito forte. Na década de 80, vários grupos saíram daqui e depois os Raimundos. Eu me lembro da primeira vez que a gente tava tocando aqui. O Skank, também numa fase mais embrionária, no começo de carreira, mas a gente já tava um pouquinho mais experiente que outras bandas da nossa geração que já tinham assinado o contrato com a gravadora. Eu me lembro muito do Fredinho dos Raimundos no camarim, que já era amigo da gente, ansioso porque estava em via de assinar contrato com a gravadora deles e tal. E a gente conversando sobre essas coisas. Então são coisas que quando a gente vem aqui, voltam à memória no nosso álbum de fotografia na cabeça. Assim, é muito bacana.”

Maio de 2001