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Stanley Jordan, um gênio com mil facetas em terras brasileiras

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Memórias do Brasil

Descrição:

Eduardo Chauvet: Stanley Jordan, em primeiro lugar, como você se sente aqui no Brasil? Você ouve música brasileira?

Stanley Jordan: Ótimo! É a nona vez que venho ao Brasil. Eu já conheço a música brasileira… a música brasileira que influenciou o jazz, como Tom Jobim. Mas não é a mesma coisa quando posso, de fato, estar aqui para ouvir a música e os músicos brasileiros. É um imenso prazer tocar com músicos brasileiros

Eduardo Chauvet: Você sente muita pressão em relação ao seu trabalho? O que você vai criar… ou você não se preocupa com isso?

Stanley Jordan: Eu acredito que haja pressão sim mas não me preocupo com isso. Eu passo o tempo pensando em música e enquanto eu estou focado em música, me sinto preparado.

Eduardo Chauvet: Quando você chega em diferentes países e lê nas capas dos jornais “Stanley Jordan é um músico com mil facetas” como você encara isso?

Stanley Jordan: Eu sou um cara normal e gosto que apreciem o meu trabalho. A música é o que importa. É o principal. E sinto que o público brasileiro gosta e aprecia uma boa música.

Eduardo Chauvet: Você não se importa com a indústria. Você se importa com sua música, seu coração. É isso que te move, que te faz permanecer?

Stanley Jordan: É verdade! Eu acho que o real poder da música ainda não foi inteiramente compreendida no mundo. Eu estudo terapia com música e entendo que música pode ser usada para curar. Estou certo de que música pode mudar o mundo. A música certa e a maneira certa de envolver as pessoas com música tem o potencial de mudar as perspectivas das pessoas. Muitas das coisas que nos preocupam realmente não deveriam ser motivo de insatisfação.

Stanley Jordan: Eu sou um guitarrista e é o instrumento que tenho grande habilidade, mas eu também toco piano. Eu penso que o mundo e a vida são tão fascinantes e eu adoro o conhecimento e o gosto de aprender sempre mais e mais. Quanto mais eu aprendo em relação à vida, mais condições eu tenho de escolher sobre a vida que quero e mais condições eu tenho de fazer o bem para as pessoas.

Stanley Jordan: O mais importante é poder voltar à Brasília. Acho que é a terceira vez que toco aqui e sinto que não venho aqui o bastante, preciso vir aqui mais vezes. Eu tenho ótimas recordações das vezes que toquei aqui anteriormente. Sinto que eu deveria vir aqui pelo menos duas vezes por ano.

Março de 2004