Oops! It appears that you have disabled your Javascript. In order for you to see this page as it is meant to appear, we ask that you please re-enable your Javascript!

Terror em Brasília com o livro “O Despertar do Anticristo” em Brasília

profile

Memórias do Brasil

Descrição:

Imagine um jovem lidando com canibalismo em um cenário como o Parque da Cidade, por exemplo. É isso mesmo. Terror em Brasília. É a ficção assustadora de Túlio Siqueira, escritor brasiliense que lançou o livro “O Despertar do Anticristo”.

Túlio: Eu tenho certeza que o fã do horror vai gostar muito. São cenas muito chocantes. A história é de um cara chamado César. Ele acorda sem memórias no Parque da Cidade. E é em uma Brasília do futuro. De repente, ele vê que está sendo perseguido por um grupo vestido de branco e que quer matar ou machucar, fazer o mal para ele. Aí, ele começa a fugir e começa a se lembrar dos fatos da vida dele até aquele momento.

Eu comecei a escrever por hobby. Eu sempre gostei de escrever, desde pequeno, mas nunca levei a sério. E quando eu vi, já estava com 100 páginas escritas. Aí eu falei: “vou levar a sério agora”. Aí fui até o final.

O escritor tem que escrever sobre o que ele conhece. E a cidade que eu vivo há mais de 10 anos é aqui, Brasília. Se eu arriscasse, por exemplo, escrever sobre Nova Iorque, sobre a Europa, eu não teria a mínima ideia, porque eu nunca fui para esses locais. E Brasília, pro meu livro, tem bastante elementos de ficção científica porque ocorre no futuro. Brasília já no presente parece uma cidade do futuro. Ela tem um cenário maravilhoso.

Eu queria divertir o leitor, os colegas que gostam de terror. Os adolescentes, principalmente, estão gostando muito. Apesar de ter censura 18 anos, parece que os pais estão comprando para a molecada e eles estão gostando demais. Alimenta a mente, isso é muito importante. No Brasil, infelizmente se lê muito pouco e se vende muito poucos livros também. Para quem não gosta de terror, mas gosta de ler, vai ficar preso da primeira a última página porque eu tentei fazer como se fosse um filme.

Abril de 2006