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Toninho de Souza, a transformação do trabalho figurativo em uma abstração

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Eu nasci na Bahia. Com 10 meses de idade me trouxeram aqui para o estado de Goiás. Uruaçu. Aí eu fiquei conhecido, primeiro, como “pintor das melancias”, que é um desejo da minha mulher, da minha primeira filha. E depois é que eu introduzi as araras cuja inspiração são as araras do zoológico de Brasília. E eu comecei a desenvolver a união de melancias, araras e tucanos. Eu transformei o trabalho totalmente figurativo em uma abstração. E, essa abstração, eu dei um nome em 1993, de “melantucanarismo”, que é a mistura de melancia, tucanos e araras.

Não gosto de ficar em retiro. Eu gosto de pintar é com gente, ouvindo música, curtindo. A música é que faz o ritmo do meu trabalho. Minhas esculturas representam a materialização da pintura. Então eu materializo aquilo que eu faço na pintura e acho isso gostoso porque ela dá uma nova dimensão. Você vai ver que eu fiz uma expansão da pintura, que eu chamo de objetos estranhos não identificados. O artista tem como objetivo antever o futuro. Ele objetiva de passar mensagem positiva para a comunidade que ele vive e para o planeta que ele mora. Eu sou do planeta Terra. Eu já nem conto mais nos dedos. São mais de 200 exposições realizadas e quero realizar mais, se Deus quiser. Se Deus me permitir, eu quero fazer mais 200, eu quero fazer 400, eu quero pintar mais do que Picasso.”

Novembro de 2003