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Toninho Horta, do Clube da Esquina ao forró

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Memórias do Brasil

Descrição:

“Hoje aqui na Fnac eu vou estar apresentando um pocket show de meia-hora, fazendo um lado instrumental de solo, fazendo um jam. Ao mesmo tempo convidar os fãs antigos, o pessoal que acompanha o meu trabalho desde o Clube da Esquina. Canções que foram eternizadas pelos fãs do Clube da Esquina e que, com certeza, as novas gerações devem conhecer. Vai fazer a cabeça de muitas e muitas gerações aqui no Brasil e no mundo.

Há 30 anos, uma das primeiras cantoras que eu conheci foi a Gal Costa, em 73. A gente já fazia xote, tocava alguns baiões também. Quando eu fui diretor musical da Bethânia em 85, a gente cantava algumas músicas do Luiz Gonzaga.

Depois de 10 anos eu voltei, agora concentrando em fazer um trabalho totalmente em cima do forró. Muita gente estranhou. Mas na verdade eu sempre gostei da música nordestina porque eu ouvia naquelas quermesses de Minas Gerais.

Esse projeto do disco do forró é exatamente para colocar de novo o Toninho no mercado brasileiro, já que eu viajei tanto. Não posso deixar de viajar, mas pelo menos como as músicas são todas cantadas já está tendo uma aceitação maior da minha música no Brasil dessa vez.

Estou em primeiro lugar na frente de outros forrozeiros no site forrobodó.com.br de tanto que o disco está sendo baixado.

Afinal de contas é aqui no Brasil, em Minas Gerais onde eu me inspiro, onde eu consigo ganhar força para mostrar a minha música para o mundo inteiro. Se eu não puder viver aqui, absorver isso, estar como o coração aqui nesse lado do país, eu não consigo jogar isso lá fora.”

Dezembro de 2004