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Um pouco da história de João Roque, lutador de vale-tudo e jiu jitsu

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Memórias do Brasil

Descrição:

Um pouco da história de João Roque, lutador de vale-tudo e jiu jitsu
Eduardo Chauvet: Aqui comigo o lutador, professor de vale-tudo, de jiu jitsu, João Roque de 33 anos de idade. Com quantos anos você começou a prática das artes marciais?

João Roque: Comecei no jiu jitsu com 15 anos de idade. No Rio de Janeiro, em 1996, ingressei em minha carreira profissional no vale-tudo. Eu queria ter uma resposta para mim mesmo do quanto a minha luta sozinha poderia ser eficiente em um confronto que misturasse estilos diferentes de artes marciais. A gente ainda busca por esta resposta, aí tomei a decisão de ingressar no mundo do vale-tudo.

O vale-tudo é uma fusão de diferentes estilos de artes marciais, que podem envolver chutes, socos, joelhadas, a parte de quedas para que você leve o adversário pro solo. Só que, uma vez que a luta vai pro solo, ela não é interrompida. Há uma continuidade no sentido de se buscar a finalização.

Eduardo: Finalização é quando um dos oponentes pede o famoso “arrego”, é isso?

João Roque: É, essa batida sinaliza o limite dele. A partir dali ele corre o risco de ter uma lesão, um estrangulamento. Aquilo ali é um indicativo de que está bem próximo ao limite, então há uma margem de segurança antes que ele atinja o limite.

Eduardo: Vale-tudo, apesar do nome, não vale tudo literalmente.

João Roque: Há uma limitação nas regras, de onde você pode bater e onde não pode. Há equipamentos de proteção, a gente luta de luvas, protetores de boca, protetor dos órgãos genitais.

Eduardo: Qual a sua categoria?

João Roque: Fui disputar o cinturão até 65kg, mas normalmente fico um pouco mais pesado.

Eduardo: O João Roque está indo dia 11, semana que vem agora, sexta feira estará em Tóquio disputando com Alexandre Ramos o cinturão.

João Roque: Dia 11 já estou lutando, tudo já está sendo resolvido.

Eduardo Chauvet: Parabéns, e sucesso! Boa sorte!

João Roque: Obrigado!

Março de 2005.